segunda-feira, 6 de julho de 2015

Aprendendo com os erros


O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo. -Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles? – Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.

Autoria Desconhecida

domingo, 5 de julho de 2015

Feliz Metade do Ano



Não podemos desistir de ser felizes, enquanto o sol não desistir de renascer. O primeiro  semestre do ano passou voando. Vencemos as dificuldades sem temor. Agora é hora de tomar fôlego e enfrentar a próxima metade. Enfrentando todas as surpresas que a vida nos dá! Vencendo assim, todos os obstáculos! Precisamos acreditar que tudo vai dar certo! Que nada é impossível! Que amanhã será um dia melhor!
Que a vida tem a cor que a gente pinta! Por mais longa que seja a noite,  o sol nasce novamente! Que seus sonhos sejam realizados neste resto de ano!
Uma lição - Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares. Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:– Quem quer esta nota de 20 dólares?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse: – Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto! Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
– Quem ainda quer esta nota? As mãos continuaram erguidas.
– Bom – ele disse – e se eu fizer isto? E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: – E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.
– Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela ainda valerá 20 dólares.
Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais….


Autoria Desconhecida

sábado, 4 de julho de 2015

Um Novo Brasil




Uma jovem brasileira, que mora no Japão, relatou o fato a uma amiga: Ontem, um homem esteve em minha casa e deixou um galão de água em frente da minha porta.
Informou que, durante a madrugada, seria feita uma vistoria no encanamento e o registro de água seria desligado por algumas horas. Uma equipe, junto com ele, estava passando em todas as casas para avisar, deixar o galão e pedir desculpas pelo eventual transtorno.
Eu disse que não precisava deixar a água. Afinal, no horário em que haveria o desligamento, eu estaria dormindo.
Mas, o homem respondeu: “Você paga suas contas todos os meses e nós temos obrigação de não deixá-la sem água nem por um minuto. Se precisar mais, pode pedir.”
E prosseguiu, distribuindo os galões nas outras casas. Durante a madrugada, o grupo trabalhou nas ruas, em silêncio.
No dia seguinte, retornaram, de casa em casa, somente para agradecer.
*   *   *
O fato parece quase inacreditável. Um galão de água deixado de porta em porta para o caso de os moradores terem alguma eventual necessidade às duas ou três horas da manhã.
Não é caridade, não é favor. É direito do cidadão que paga taxas e impostos.
Um galão de água na porta. Um serviço de atendimento ao consumidor que funcione de forma fácil. Um policial em cada esquina.
Nota fiscal entregue em todas as transações comerciais. Lixeiras por toda parte. Ruas bem sinalizadas. Transporte farto, barato e que cumpra horários. Hospitais com vagas dia e noite. Escolas eficientes. Confiança em vez de burocracia.
Se todos concordamos que isso tudo seria ótimo acontecer em nosso país, por que não acontece? Quem emperra?
Quem emperra somos nós, seduzidos por vantagens exclusivas e não coletivas.
Não podemos culpar o governo porque, em verdade, vivemos numa democracia, onde os governantes são eleitos pelo voto popular.
A culpa é nossa. Nós é que estamos impedindo que o país se moralize e avance. Escolhemos mal nossos representantes.
Agimos mal, como cidadãos, sempre nos perguntando como podemos faturar alguma coisa com essa ou aquela situação.
Importante que cada um de nós inicie a sua própria moralização, passe a agir de forma ética, pense mais no bem comum e menos em si mesmo.
Então, logo mais, a violência terá sido banida de nossas escolas, dos campos de futebol, da sociedade, em geral.
E teremos uma sociedade mais justa. Autoridades zelando pelo bem comum. Cidadãos se preocupando com o outro.
Primemos por ensinar aos nossos filhos o respeito ao próximo, do faxineiro ao professor, do atendente ao magistrado, do policial à mais alta autoridade do país.
Sejamos cidadãos conscientes, zelando pela limpeza das ruas, dos parques e jardins, economizemos água e energia, primemos pela separação sistemática do lixo, colaborando com a reciclagem.
Paguemos nossos impostos mas, sobretudo, votemos, de forma consciente, não porque alguém indicou o candidato, ou porque ele nos cumprimentou, durante a campanha, ou prometeu alguma vantagem pessoal.
Sim, nosso Brasil pode se tornar o gigante da moralidade, da decência, da hombridade. Verdadeiro exemplo de país iluminado pelo sol do novo mundo, pela luz do Evangelho de Jesus.
Pensemos nisso e comecemos a agir. O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever.

Redação do Momento Espírita

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Por que Tanto Sofrimento?




As notícias nos chegam de roldão, pela TV, jornal, rádio, internet. No Nepal, terremoto de grandes dimensões deixou mais de sete mil mortos.
A capital, Katmandu, virou quase um cenário de guerra quando milhares de pessoas, com medo da falta de alimentos e sem suas casas, aguardavam ônibus para se retirarem do local.
Revolta, medo, desespero se uniram e levaram o povo a um confronto com a polícia, enviada ao local para tentar controlar a situação.
No Chile, depois de uma dormência de quase meio século, o vulcão Calbuco erupcionou, ocasionando degelos, que geraram o isolamento imediato de cidades vizinhas a bacias hidrográficas.
Uma nuvem de cinzas se espalhou pela região central do país e parte da Argentina, provocando o cancelamento de muitos voos. A coluna de material piroclástico alcançou dezessete quilômetros de altitude.
No oeste catarinense, um tornado deixou um saldo de dois mortos, cento e vinte feridos, mais de mil pessoas desabrigadas. Somam quase três mil as casas danificadas. Danos de tal monta que se estima em torno de um ano para a reconstrução da cidade.
Na capital de outro estado, após temporal, muita chuva, começaram os deslizamentos, que causaram a morte de treze pessoas. As perdas de vidas se somam às perdas materiais.
Tudo isso nos é informado com detalhes. As imagens televisivas mostram a destruição: a lava descendo pela encosta da montanha, a nuvem de fumaça, a chuva torrencial, os ventos que chegaram a trezentos e trinta quilômetros por hora.
Patrimônio construído em décadas reduzido a pó, em questão de poucos segundos.
E nos perguntamos por quê? Por que tantas calamidades? E, talvez porque as notícias nos chegam em tempo real, as catástrofes parecem estar ocorrendo em conjunto, explodindo dores por todo o mundo.
Jesus, em seu Sermão profético, alertou a respeito dessas dores que nos chegariam, anunciando o fim dos tempos.
Fim dos tempos de uma Terra ainda dominada pelo mal, surgindo outra, que caminha para a paz, o bem e o amor.
Por isso, exatamente como uma casa em reformas, onde o caos parece se instalar, tudo isso ocorre.
É o derrubar de um mundo velho, para a renovação.
Renovação dos seres que habitam a Terra, porque uns vão e outros retornam, pela reencarnação, substituindo aqueles.
Renovação das paisagens físicas, alterando a geografia, modificando o mundo material, como já ocorrido em outras épocas, no planeta.
Ante tudo isso, é de meditarmos: que estamos fazendo enquanto isso sucede ao nosso redor? Por vezes, até nos alcançando?
É tempo de pensar que somos perecíveis enquanto seres humanos. Que todo nosso patrimônio não é durável, senão enquanto se mantenham estáveis determinadas condições de terreno, clima.
Hoje despertamos e estamos vivendo na Terra. Amanhã, o panorama poderá ser outro. Poderemos estar no plano espiritual, arrebatados pela morte física.
Poderemos estar em outro local, nossos bens terem se dissipado como tempestade de areia, que vem, agride e passa.
Pensemos nisso. E invistamos mais em nós mesmos. Cultivemos a inteligência, o bem, a moral e a ética.
Somos frágeis demais, neste planeta, para nos arvorarmos em nos mantermos em soberba, orgulho e egoísmo.
Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Filho Especial




Durante o namoro eles faziam planos.
Queriam filhos, que seriam recebidos com amor e carinho.
Um ano após o casamento, chegou a filha. Linda, de olhos amendoados e bela cabeleira negra.
Com o tempo, Rosana percebeu que algo não estava bem. O desenvolvimento da criança não estava normal. Sempre muito quieta, não era atraída pelos objetos coloridos...
A pediatra sugeriu consulta com o oftalmologista, que constatou que o nervo ótico estava totalmente lesionado.
Exames neurológicos concluíram o diagnóstico: a menina era portadora de toxoplasmose. Jamais enxergaria, não falaria e nem se locomoveria normalmente...
Lágrimas, desespero, angústia. Depois... a aceitação, a submissão ao fato. E uma positiva tomada de atitude.
Certa feita, saíram em férias e foram passar o fim de semana em um hotel.
A menina parecia uma princesinha, ora no colo do pai, ora no da mãe.
À refeição, pacientemente, Rosana a alimentava, quando se aproximou uma senhora, parabenizando-a.
A mãe, continuando no seu trabalho paciente, não entendeu:
Agradeço a sua gentileza mas não sei o porquê desse cumprimento.
- Estou cumprimentando-a pela sua coragem em sair de casa com sua filha.
Rosana respondeu: Não entendo o que isso tenha de excepcional. É minha filha! Meu marido e eu vamos a todos os lugares com ela. Não creio que pudesse ser diferente.
A senhora, então, completou: Natural para o seu coração amadurecido. Tenho um sobrinho portador de pequeno distúrbio. Pois bem: desde o seu nascimento, jamais minha irmã permitiu que ele saísse de casa. Não permite sequer que chegue ao portão. Teme que alguém o veja.
E desde que lhe vimos a maneira como trata sua menina, minha irmã se emocionou tanto, que começou a chorar. Penso que esteja se dando conta de como deveria ter agido de forma diversa.
Rosana olhou para a outra mesa, e viu a senhora em lágrimas. Sensível, encerrou a conversa com a desconhecida com um conselho de mãe:
Por favor, diga à sua irmã que esses nossos filhos são escadas de luz, pelas quais subimos aos céus...

*   *   *

Receber nos braços um filho especial significa gozar da confiança da Divindade.
Não percamos essa oportunidade.
Um filho especial é um farol que Deus acende em uma família, propiciando o crescimento para a luz.
Não permaneçamos na indiferença.
Não esqueçamos que doente, com limitações, portador de disfunções, é apenas o corpo material, através do qual a alma se depura.
Respeitemos.
Auxiliando um portador de dificuldades a superar seus desafios, nos prestamos a grandes aprendizados.
Não estacionemos na ignorância.
Facilitar a vida de alguém com limitações, de qualquer natureza, representa abrir as portas da comunicação, do movimento, da oportunidade, da esperança.
Lembremos: não somos um corpo que possui um Espírito. Somos um Espírito que precisa de um corpo para viver na Terra.
Depois dessa prova, os que sofrem limitações poderão andar, ouvir, sorrir, cantar!
Deus é Pai de amor, de justiça e de luz!
Tenhamos sempre em mente esta verdade.


Redação do Momento Espírita