quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Maus Conselhos



NÃO aceite maus conselhos!


Não se deixe sugestionar por palavras de desânimo!

Sempre existe uma saída para qualquer problema, por mais complexo e 
difícil que nos pareça.

A Força Divina que rege os universos está dentro de nós.

Ligue-se ao Pensamento Universal de Bondade e Amor, e vencerá todos 
os obstáculos.





Minutos de Sabedoria - C. Torres Pastorino

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Problemas



Resolva seus problemas!

Há muito tempo você se pro põe reformar sua vida, melhorar seus atos,
cessar definitivamente suas fraquezas.

Vamos, então, começar a partir deste momento!

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje...

De certo você não há de resolvê-lo do dia para a noite.

Mas, comece já!

E se cair de novo, não desanime: saiba recomeçar quantas vezes for
preciso!


Minutos de Sabedoria - C. Torres Pastorino

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Pensamento Positivo



Pense positivamente!


Nossos pensamentos emitem ondas reais que se irradiam de nosso
cérebro, formando uma atmosfera mental que é peculiar a cada pessoa.

De acordo com o tipo de vibração do pensamento, atrairemos a nós
todas as ondas semelhantes.

Se você pensar negativamente, atrairá todos os pensamentos
negativos, piorando seu estado.

Pense positivamente, para atrair apenas pensamentos positivos de paz 
e prosperidade.





Minutos de Sabedoria - C. Torres Pastorino

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Autoconfiança


Mantenha uma atitude vitoriosa!

Quando você olha para uma pessoa curvada e triste, perde a confiança, 

porque verifica que está abatida e preparada para uma derrota.

Não deixe que ninguém pense isso a seu respeito!

Mantenha-se de cabeça erguida, confiante e risonho, e todos
confiarão em você.

Irradie força e entusiasmo até por meio da atitude de seu corpo.


Minutos de Sabedoria - C. Torres Pastorino

domingo, 1 de setembro de 2013

A Cidade dos Resmungos




Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.

Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:

- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.

Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.

Então segurando o cesto diante de si, gritou:

- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.

Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:

Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.

Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.

Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.



Autor:Willian J. Bennett