domingo, 30 de setembro de 2012

Dias Difíceis




Há dias que parecem não terem sido feitos para você.

Amontoam-se tantas dificuldades, inúmeras frustrações e incontáveis aborrecimentos, que você chega a pensar que conduz o mundo sobre os ombros dilacerados.

Desde cedo, ao se erguer do leito, pela manhã, encontra a indisposição moral do companheiro ou da companheira, que lhe arremessa todos os espinhos que o mau humor conseguiu acumular ao longo da noite.

Sente o travo do fel despejado em sua alma, mas crê que tudo se modificará nos momentos seguintes.

Sai à rua para atender a esse ou àquele compromisso cotidiano, e se defronta com a agrestia de muitos que manejam veículos nas vias públicas e que os convertem em armas contra os outros...

Constata o azedume do funcionário ou do balconista que lhe atende mal, ou vê o cinismo de negociantes que anseiam por lhe entregar produtos de má qualidade a preços exorbitantes, supondo-o imbecil.

Mesmo assim, admite que, logo, tudo se alterará, melhorando as situações em torno.

Encontra-se com familiares ou pessoas amigas que lhe derramam sobre a mente todo o quadro dos problemas e tragédias que vivenciam, numa enxurrada de tormentos, perturbando a sua harmonia ainda frágil, embora não lhe permitam desabafar as suas angústias, seus dramas ou suas mágoas represadas na alma.

Em tais circunstâncias, pensa que deve aguardar que essas pessoas se resolvam com a vida até um novo encontro.

São esses os dias em que as palavras que você diz recebem interpretação negativa, o carinho que oferece é mal visto, sua simpatia parece mero interesse, suas reservas são vistas como soberba ou má vontade.

Se fala, desagrada... Se cala, desagrada.

Em dias assim, ainda quando se esforce por entender tudo e todos, sofre muito e a costumeira tendência, nessas ocasiões, é a da vitimação automática, quando passa a desenvolver sentimentos de autopiedade.

No entanto, esses dias infelizes pedem-nos vigilância e prece fervorosa, para que não nos percamos nesses cipoais de pensamentos, de sentimentos e de atitudes perturbadores.

São dias de avaliação, de testes impostos pelas Leis que regem a vida terrena, desejosas de que se observe e verifique suas ações e reações à frente das mais diversas situações da existência.

Quando perceber que muita coisa à sua volta passa a emitir um som desarmônico aos seus ouvidos; se notar que escolhendo direito ou esquerdo não escapa da crítica ácida, o seu dever será o de se ajustar ao bom senso.

Instrua-se com as situações e acumule o aprendizado das horas, passando a observar bem melhor as circunstâncias que o cercam, para que melhor entenda, para que, enfim, evolua.

Não se esqueça de que ouvimos a voz do Mestre Nazareno, há mais de dois milênios, a dizer-nos: No mundo só tereis aflições...

Conhecedores dessa realidade, abrindo a alma para compreender que a cada dia basta o seu mal, tratará de se recompor, caso tenha-se deixado ferir por tantos petardos, quando o ideal teria sido agir como o bambuzal diante da ventania: curvar-se, deixar passar o vendaval, a fim de se reerguer com tranquilidade, após o momento difícil.

Há, de fato, dias difíceis, duros, caracterizando o seu estádio de provações indispensáveis ao seu processo de evolução.

A você, porém, caberá erguer a fronte, buscando o rumo das estrelas formosas, que ao longe brilham, e agradecer a Deus por poder afrontar tantos e difíceis desafios, mantendo-se firme, mesmo assim.

Nos dias difíceis da sua existência, procure não se entregar ao pessimismo nem ao lodo do derrotismo, evitando alimentar todo e qualquer sentimento de culpa, que lhe inspirariam o abandono dos seus compromissos, o que seria seu gesto mais infeliz.

Ponha-se de pé, perante quaisquer obstáculos, e seja fiel aos seus labores, aos deveres de aprender, servir e crescer, que o trouxeram novamente ao mundo terrestre.

Se lograr a superação suspirada, nesses dias sombrios para você, terá vencido mais um embate no rol dos muitos combates que compõem a pauta da guerra em que a Terra se encontra engolfada.

Confia na ação e no poder da luz, que o Cristo representa, e siga com entusiasmo para a conquista de si mesmo, guardando-se em equilíbrio, seja qual for ou como for cada um dos seus dias.

Redação do Momento Espírita


sábado, 29 de setembro de 2012

Fé Inoperante




"Assim também a fé; se não tiver as obras, é morta em si mesma." (Tiago,2:17)

A fé inoperante é problema credor da melhor atenção, em todos os tempos, a fim de que os discípulos do Evangelho compreendam, com clareza, que o ideal mais nobre, sem trabalho que o materialize, a benefício de todos, será sempre uma soberba paisagem improdutiva.
Que diremos de um motor precioso do qual ninguém se utiliza? De uma fonte que não se movimente para fertilizar o campo? De uma luz que não se irradie?
Confiaremos com segurança em determinada semente, todavia, se não a plantamos, em que redundará nossa expectativa, senão em simples inutilidade? Sustentaremos absoluta esperança nas obras que a tora de madeira nos fornecerá, mas se não nos dispomos a usar o serrote e a plaina, certo a matéria-prima repousará, indefinidamente, a caminho da desintegração.
A crença religiosa é o meio.
O apostolado é o fim.
A celeste confiança ilumina a inteligência para que a ação benéfica se estenda, improvisando, por toda parte, bênçãos de paz e alegria, engrandecimento e sublimação.
Quem puder receber uma gota de revelação espiritual, no imo do ser, demonstrando o amadurecimento preciso para a vida superior, procure, de imediato, o posto de serviço que lhe compete, em favor do progresso comum.
A fé, na essência, é aquele embrião de mostarda do ensinamento de Jesus que, em pleno crescimento, através da elevação pelo trabalho incessante, se converte no Reino Divino, onde a alma do crente passa a viver.
Guardar, pois, o êxtase religioso no coração! Sem qualquer atividade nas obras de desenvolvimento da sabedoria e do amor, consubstanciados no serviço da caridade e da educação, será conservar na terra viva do sentimento um ídolo morto, sepultado entre as flores inúteis das promessas brilhantes.



Francisco Cândido Xavier. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 39.  

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Impedimentos



Sejam quais forem os impedimentos ou provações que te assinalem a vida, asserena o espírito na fé viva e permanece na tarefa que te foi reservada, porquanto, sempre que estejamos guardando paciência e confiança em nossos obstáculos, trabalhando e servindo na prestação de auxílio para liquidar fraternalmente os problemas dos outros, Deus em regime de urgência liquidará também os nossos. 
Encontras-te na situação mais adequada às realizações que te dizem respeito à vida espiritual. 
O clima social em que se te instalam as atividades é a paisagem na qual dispões dos melhores recursos de experiência. 
Solidão é tempo de muda nos mecanismos da alma. 
Aceita-te como és e aceita a vida em que deves estar, na condição em que te vês, a fim de que faças em ti o burilamento possível. 
Surge quem te faça chorar. 
Deus, porém, te consola. 
Há quem te fira. 
No entanto, Deus te restaura. 
Não contes amarguras. 
Considera as bênçãos que usufruis. 
Espera trabalhando. 
As oportunidades para a construção do bem procedem de Deus. 
O aproveitamento está em nós...



(Emmanuel, de "Caminho Iluminado", de Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Não Basta


Você não pratica o mal,
 mas não constrói o bem.

Não mente,
mas não luta pela verdade.

Não agride,
mas não defende o fraco.

Não falseia,
mas não assume o certo.

Não mata,
mas não ajuda a viver.

Não rouba,
mas não doa de si mesmo.

Não erra,
mas não desculpa ninguém.

Não destrói,
mas não edifica nada.

Não odeia,
mas não se entrega à causa
nobre.

Há muita gente que enxerga a virtude apenas em evitar o mal. Contudo, Jesus exemplificou, o tempo todo, a atividade no bem.

Não basta simplesmente lavar as mãos. É preciso usá-las no trabalho digno.

(André Luíz/Chico Xavier)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Discernimento



Imperioso discernir, a fim de que nos reconheçamos na condição de alunos, em todos os lances e dificuldades do caminho que nos foi apontado ao trânsito comum.
Empenhemo-nos em lutar pela própria elevação. Ninguém está excluído.
Não basta procurar para que o êxito te acompanhe.
É preciso saber o que fizeste daquilo que já encontraste.
Nas obras da fé puramente cristã, há lugar para colaboradores de todas as
procedências.
Há quem alfabetize, quem doutrine, quem eduque, quem administre, quem obedeça, quem socorra o corpo enfermo e quem reconforte o coração desesperado.
O essencial, em nossas tarefas de renovação, é trabalhar, fazer, auxiliar e produzir para o bem, fugindo à posição de espectadores indolentes. Razoável amparar aos que indagam e auxiliar aos que choram, entretanto, é imprescindível estender braço amigo aos que iniciam no aprendizado, em plena manhã da vida humana, para que aprendam a perguntar e a sofrer com proveito.
A Grandeza Divina absorve a pequenês humana em todos os ângulos da nossa jornada evolutiva.
Abracemo-nos na obra redentora do bem, já que não é possível, por enquanto, derrubar as fronteiras que separam os templos veneráveis uns dos outros...


(Emmanuel, de "Caminho Iluminado", de Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Comecemos de Nós Mesmos



Ensina a caridade, dando aos outros algo de ti mesmo, em forma de trabalho e carinho e aqueles que te seguem os passos virão ao teu encontro oferecendo ao bem quanto possuem.
*
Difunde a humildade, buscando a Vontade Divina com esquecimento de teus caprichos humanos e os companheiros de ideal, fortalecidos por teu exemplo, olvidarão a si mesmos, calando as manifestações de vaidade e de orgulho.
*
Propaga a fé, suportando os revezes de teu próprio caminho, com valor moral e fortaleza infatigável e quem te observa crescerá em otimismo e confiança.
*
Semeia a paciência, tolerando construtivamente os que se fazem instrumentos de tua dor no mundo, auxiliando sem desânimo e amparando sem reclamar, e os irmãos que te buscam mobilizarão os impulsos de revolta que os fustigam, na luta de cada dia, transformando-a em serena compreensão.
*
Planta a bondade, cultivando com todos a tolerância e a gentileza e os teus associados de ideal encontrarão contigo a necessária inspiração para o esforço de extinção da maldade.
*
Estende as noções do serviço e da responsabilidade, agindo incessantemente na religião do dever cumprido e os amigos do teu círculo pessoal envergonhar-se-ão da ociosidade.
*
As boas obras começam de nós mesmos.
*
Educaremos, educando-nos.
*
Não faremos a renovação da paisagem de nossa vida, sem renovar-nos.
*
Somos arquitetos de nossa própria estrada e seremos conhecidos pela influência que projetamos naqueles que nos cercam.
*
Que o Espírito de Cristo nos infunda a decisão de realizar o auto-aprimoramento, para que nos façamos intérpretes do Espírito do Cristo.
*
A caridade que salvará o mundo há de regenerar-nos primeiramente.
*
Sigamos ao encontro do Mestre, amando, aprendendo e servindo e o Mestre, hoje ou amanhã, virá ao nosso encontro, premiando-nos a perseverança com a luz da ressurreição..



Francisco Cândido Xavier. Apostilas da Vida. Pelo Espírito André Luiz. IDE. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Buscai e Achareis



“Buscai e achareis”.

Amai os vossos inimigos.
Orai pelos que vos perseguem e caluniam.
Se alguém vos fere numa face, oferecei também a outra.
Acumulai tesouros nos Céus.
Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.”
Meditemos nas afirmações de Cristo a nosso respeito.
Nunca te permitas o vazio inútil na caminhada do Bem.
Não te fixes nos empeços da senda.
Reflete nas bênçãos recebidas.
Rememora os obstáculos que passaram e pensa nas alegrias que o trabalho te concede.
Nunca te rendas à tentação do repouso desnecessário e nem te aconselhes com o desalento de vez que, em tuas áreas de serviço, encontras sempre tudo aquilo de que mais necessitas, a fim de seguir adiante.
Conforme os princípios de causa e efeito, que nos traçam a lei da reencarnação, cada qual de nós traz consigo a soma de tudo o que já fez de si, com a obrigação de subtrair os males que tenhamos colecionado até a completa extinção, multiplicando os bens que já possuamos, para dividi-los com os outros, na construção da felicidade geral.
Recorda os esforços que desenvolves para que a bondade e a tolerância não se te afastem da vida e dispõe-te a entender e auxiliar, em louvor do Bem.

(Emmanuel, de "Caminho Iluminado", de Francisco Cândido Xavier)

domingo, 23 de setembro de 2012

Vítimas do Hábito



Existem pessoas que encontram muita dificuldade em fazer pequenas mudanças  em seus hábitos.

Pessoas que têm suas coisas bem arrumadas e nos lugares certos, sempre na mesma posição e, de preferência, na mesma ordem.
 
Seguem sempre pelos mesmos caminhos, freqüentam os mesmos restaurantes e pedem os pratos já conhecidos.
 
Encontram sempre os mesmos amigos, torcedores do mesmo time, e conversam com os que trabalham em profissões semelhantes.
 
Geralmente ouvem a mesma rádio, assistem os mesmos canais de televisão, e variam pouco a programação.
 
De certa forma, isso as faz sentirem-se seguras. Arriscar não é do seu feitio.
 
Por outro lado, pessoas assim acabam sendo vítimas do hábito e têm grande dificuldade para resolver problemas. A menos que sejam problemas já conhecidos.
 
Isso gera ansiedade, depressão e baixa auto-estima quando precisam encontrar solução para situações inesperadas e sua criatividade é solicitada. Ah, se esses adultos pudessem se ver quando tinham a desenvoltura dos seus 5 ou 6 anos de idade...
 
Era uma idade em que a criatividade brotava por todos os poros.
 
Não faltava solução para problema algum. Não havia perigo que não fosse afastado com um disparo de água, com seu revólver de brinquedo.
 
Não havia guerra que não pudesse ser vencida com algumas bolinhas de papel, arremessadas com um elástico esticado na ponta dos dedos.
 
Agora são executivos, homens e mulheres de negócio...
 
Pessoas que precisam mostrar seriedade.
 
Todavia, esquecem-se de que seriedade não quer dizer amargura nem falta de um sorriso nos lábios.
 
Essas reflexões nos fazem lembrar um garoto de setenta e poucos anos, homem público, respeitável profissional reconhecido no mundo inteiro, que se diverte brincando com um bilboquê, ou andando de balanço.
Podemos até imaginar a felicidade dos seus netos ao ver o avô brincando como um garoto...
 
Esse homem é um ilustre professor, psiquiatra, educador e escritor brasileiro.
 
Ninguém imagina que um homem desses não seja um profissional sério só porque não assassinou o menino que corria pelos quintais, fazia piruetas e despencava dos galhos das árvores de vez em quando.
 
Não podemos crer que esse profissional seja menos competente só porque todas as vezes que se sente inseguro, chama o menino que habita seu ser, e este vem e lhe dá a mão.
 
Podemos imaginar justamente o contrário: uma grande capacidade de resolver conflitos e problemas.
 
Uma pessoa assim tem grande criatividade, leveza e satisfação em tudo o que faz.
 
Seus escritos exalam um suave perfume de jardim em flor. Suas idéias fluem com a suavidade da brisa das manhãs primaveris.
 
É de pessoas assim que o mundo precisa.
 
Homens e mulheres confiantes, alegres, honestos, descomplicados, leves...

Pense nisso!
 

A seriedade é uma característica do espírito. Um sorriso não a destrói. Um rosto fechado não a garante.
 
Pense nisso, e considere que a criança que habita em você pode lhe ajudar a encontrar a felicidade que há muito você vem procurando.
 

 Redação do Momento Espírita

sábado, 22 de setembro de 2012

No Meu Tempo é Que Era Bom...



Quantas vezes você já ouviu alguém afirmar: "No meu tempo é que era bom...  Na minha infância tal coisa era melhor" ou "Não se fazem mais as coisas como antigamente...?"

Possivelmente, tenha reagido com dúvida quanto às maravilhas ou excelências desse "tempo passado", tão diferente, tão melhor.

Por outro lado, pode ter-se mostrado com dúvidas diante de tanta coisa boa "do passado", quando depara com criaturas tão difíceis, complicadas ou negativas no presente.

O que é importante para se refletir é que todo o tempo traz coisas grandiosas e maravilhosas em seu seio, tanto quanto apresenta coisas negativas e lamentáveis.
Assim, não há porque enaltecer o passado e menosprezar o presente, quando encontramos belezas e feiúras num e noutro tempo.

O que caracteriza determinada época são os indivíduos nela renascidos, o que eles realizam e como suas realizações influenciam as sociedades em que vivem, ou mesmo o mundo.

O tempo de Jesus também foi o de Herodes, de Pilatos e de Barrabás.
Enquanto o Divino Mestre semeou luz, amor e paz, a criminalidade foi o legado dos demais: o homicídio, a viciação e a covardia moral.

A época em que viveu Adolfo Hitler, também foi o tempo de Mohandas Gandhi e de Madre Teresa.

Uma determinada coisa não é boa por ser antiga, nem é má por ser atual.
Bom é que saibamos aproveitar as coisas boas, sejam do passado ou do presente.
Aprendamos a rechaçar a impostura negativa de ontem como a de agora, evitando apegos indevidos a tradições retrógradas e perturbadoras, ou a inovações descabidas e às vezes criminosas.

*   *   *

A nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.

Ela surge a partir do sentimento de não poder mais reviver certos momentos da vida.

Quando ela se desenvolve como um relembrar feliz, otimista, que coloca luz no coração, ela será sempre saudável.

Porém, quando ela descamba para o estado depressivo, negativo, de não conseguir mais voltar no tempo e viver aquele momento de novo, ela passa a ser nociva.

As pessoas que vivem no passado são comumente tristes e deixam de aproveitar o que a vida tem a oferecer agora, no tempo presente.

Reviver o passado é bom quando se tem o objetivo de aprender com os erros e com os acertos.

Reviver o passado é ruim quando a intenção é a fuga da realidade.

Assim, reflitamos muito antes de voltar a dizer: No meu tempo é que era bom.

Qual é o nosso tempo? O de ontem, que não volta? Ou o de agora, quando ainda temos chances de transformar, de refazer, de mudar?

Passado não existe mais. Futuro não existe ainda. Entre a inexistência desses dois tempos, o que nos resta, senão bem viver o agora?

Pensemos nisso já.

Redação do Momento Espírita

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ecos do Além


     
     Uma criança e seu pai caminhavam pelas montanhas. De repente, o garoto cai , se irrita e grita : Ai!!!
     Para sua surpresa escuta uma voz a repetir: Aiiiiiiiii!!!   Curioso ele pergunta: quem é? Recebe como resposta: Quem ééééééééé? Chateado ele grita: Covarde! E tem como resposta: Covardeeeeeee! Olha para o pai e pergunta aflito: O que é isso? O pai sorri e diz: Filho ouve com atenção! Então o pai grita na direção da montanha: Eu te amo! A  “VOZ” responde: Eu te amoooooo! De novo o homem grita: Você é um campeão! A “voz” retorna: Você é um campeãoooooo! O garoto fica espantado sem entender...
     Então o pai explica: as pessoas chamam a isto de ECO; mas que na verdade isto é a VIDA! Ela dá-nos de volta tudo o que dizemos ou fazemos. Nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações. Se quiser mais AMOR, temos que criar mais amor em nosso coração. Se quisermos mais PAZ no mundo, temos que oferecer nosso melhor às pessoas à nossa volta... Se quisermos mais tolerância das pessoas, temos que ser mais tolerantes. Se quisermos mais alegrias no mundo, temos que sorrir e dar o exemplo! Tanto na vida pessoal, como profissional, a vida nos devolve o que a  ela oferecemos... Se semear um pensamento, colherás um desejo; se semear um desejo, colherá um ato; se semear um ato, colherá um Hábito; e semear um Hábito, colherá um caráter; e semear um caráter, colherá um Destino! 

Autor Desconhecido

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Cólera



A cólera é responsável por alta percentagem do obituário no mundo, como legítimo fator de enfermidade e portadora da morte.

Além disso, é também a raiz de grande parte dos males e perturbações que dilapidam na base a segurança dos serviços associativos na Terra.

Em toda parte, quando encontra guarida em algum coração impermeável ao bem, transforma-se em suporte de terríveis processos obsessivos que somente a Compaixão Divina associada à bondade humana conseguem reduzir ou sanar.

Recebemos a experiência, por mais difícil, com a luz da confiança no Senhor que, nos oferecendo a luta depuradora, nos possibilita a própria regeneração.

A passagem na Terra é aprendizado.

Revoltar-se o homem, à frente da vida, é recusar a oportunidade de elevar-se ante a luz da própria sublimação...


(Emmanuel, de "Canais da Vida", de Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Conscientização



És livre para empreendimentos diversos como sejam: fazer o bem aos semelhantes, desinteressadamente; suportar incompreensões e afrontas, sem revide; praticar a paciência em todas as situações difíceis;

Aguardar a tua vez nas filas, sem reclamações; compreender os momentos críticos dos companheiros, sem reprova-los quando pareçam irresponsáveis;

Auxiliar sempre a fim de que se faça o melhor; trabalhar sem queixa;
Servir com a alegria de quem cumpre um dever;

Agradecer aos que te amparam na vida sem esquecer as palavras que te expressam o reconhecimento com o sorriso de gratidão...

Compara o que pensas, falas e fazes com o dever de estender o bem para os outros; quanto se te faça possível, e entenderás o lugar em que te encontras na própria conscientização.


(Emmanuel, de "A Semente De Mostarda", de Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ações e Palavras



O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz.
O pensamento do filósofo e escritor americano, Ralph Waldo Emerson, precisa de nossa atenção.
Ações falam muito mais de nós mesmos do que nossas palavras.
Nossas palavras articulam-se por conveniência, por convenções e podem ser muito bem dissimuladas por força de nossa vontade, isto é, nem sempre contarão a verdade.
As ações mostram o que há em nossa alma, nossa índole, nossos valores.
É muito fácil falar. Mais difícil agir.
Francisco de Assis, missionário que resgatou a essência da mensagem do Cristo na Terra, em uma de suas pregações, afirmou:
A paz proclamada por vós com palavras deve habitar de modo mais abundante em vossos corações.
Isso significa que precisamos vivenciar algo para que nossas palavras e opiniões tenham peso. É a chamada autoridade moral.
Ela é válida na educação dos filhos, por exemplo.
Esses precisam identificar, nos genitores, o mesmo comportamento que estão exigindo deles.
Caso não encontrem essa referência, dificilmente seguirão qualquer recomendação educacional.
Os filhos poderão até obedecer, mas por medo, por ascendência da força, naquele momento.
Esse tipo de ascendência, porém, não dura. Tão logo se desvencilhem dos pais ou desenvolvam uma independência maior, voltarão a repetir as mesmas atitudes do ontem equivocado.
Resumindo: não aprenderam. Simplesmente atenderam a uma recomendação, por determinado tempo.
Por isso ouvimos falar na força do exemplo.
Os filhos copiam os pais em muitos aspectos. Imitam suas ações, sua forma de lidar com isso ou aquilo na vida. Seus conselhos só serão ouvidos se perceberem a força da autoridade moral embasando as falas.
A sabedoria de alguém não é medida pelo quanto ela sabe, conhece, mas pela qualidade de suas ações.
Vemos assim, no mundo, grandes vozes, de retórica impecável, mas cujas ações, no dia a dia, não condizem com seu verbo afiado.
Sobem nas tribunas do mundo, cantando a igualdade, a justiça, a defesa da população, quando em seu coração há apenas a busca pela satisfação de sua vaidade e egoísmo, tirando vantagem de tudo e de todos.
E muitas consciências de hoje estão tão doentes, tão obnubiladas, que nem sequer sentem algum tipo de remorso, culpa ou responsabilidade.
Despertarão mais tarde, possivelmente com a dor, com a força da lei de causa e efeito, colocando tudo de volta nos trilhos da alma descarrilhada.
Assim, cuidemos de nossas palavras e cuidemos de nossas ações.
O que fazemos fala muito mais alto do que aquilo que dizemos.
Lembremos do pensamento do filósofo:
O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz.
 
Redação do Momento Espírita.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Créditos Espirituais


                                                           

Não deixes que o dia se ponha sem praticares, pelo menos, uma boa ação, melhorando os próprios créditos no caminho espiritual.

Vejamos algumas receitas e sugestões ao alcance de todos:


- doar um prato de alimento a quem sofre em penúria;

- entregar uma peça de roupa aos que gemem no frio;

- improvisar o conforto de uma criança menos feliz;

- promover ainda que migalha de assistência, a benefício dessa ou daquela mãe desditosa;

- oferecer um livro nobilitante;

- escrever uma página de esperança e alegria aos amigos ausentes;

- conter a irritação;

- evitar a palavra inconveniente;

- escutar, com paciência e bondade, a conversação inoportuna, no equilíbrio de quem ouve, sem elogiar a invigilância e sem condenar a inabilidade dos que falam, tocados de boa intenção;

- prestar serviço desinteressado aos enfermos;

- assegurar dois minutos de prosa consoladora aos doentes;

- cultivar o espírito de sacrifício, em favor dos outros, seja em casa ou na rua;

- plantar uma árvore proveitosa;

- acrescentar a alegria dos que fazem o bem;

- auxiliar, de algum modo, aos que procuram auxiliar;

- encaminhar parcelas de recursos amoedados, conquanto ligeiras, a irmãos em necessidade;

- articular algumas frases calmantes em hora de crise;

- usar a palavra na construção do melhor a fazer;

- remover espontaneamente um perigo na via pública.

Na base de uma boa ação por dia, terás o crédito de trezentos e sessenta e cinco boas ações por ano; se aumentares a contagem em tempo breve, somente a Contadoria Divina conseguirá relacionar a extensão de teus bens imperecíveis e o valor de teus investimentos no erário da Vida Eterna.



Albino Teixeira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Caminho Espírita. Lição nº 42. Página 95.

domingo, 16 de setembro de 2012

Oração da Serenidade


 


 "Concedei-me, Senhor,

a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar;

 Coragem para modificar as que posso e sabedoria para distinguir a diferença.

Vivendo um dia de cada vez;

Desfrutando um momento de cada vez;

Aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz;

Aceitando, como Ele fez, o mundo pecador tal como é, e não como gostaria que fosse;

Confiando que Deus fará bem todas as coisas se eu me render à Sua vontade;

Para que eu possa ser moderadamente feliz nesta vida e supremamente feliz com Ele para sempre na próxima.

Amém."


 Autor: Reinhold Niebuhr

sábado, 15 de setembro de 2012

Solidariedade



Se já dominas a ti mesmo, ampara aqueles que ainda não conseguem evitar a própria irritação.

Se te sentes com saúde, socorre o doente.

Se estás forte, auxilia aos mais fracos.

Se tens algum dinheiro, faze a doação de alguma parcela ao necessitado que espera a bênção de um pão.

Solidariedade é lei da vida.

Hoje consegues apoiar alguns, amanhã, talvez precisarás do apoio de todos...



(Emmanuel, de "A Semente De Mostarda", de Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Parentes Difíceis



Aceite os parentes difíceis na base da generosidade e da compreensão, na certeza de que as Leis de Deus não nos enlaçam uns com os outros sem causa justa.
*
O parente-problema é sempre um teste com que se nos examina a evolução espiritual.
*
Muitas vezes a criatura complicada que se nos agrega à família, traz consigo as marcas de sofrimento ou deficiências que lhe foram impostas por nós mesmos em passadas reencarnações.
*
Não exija dos familiares diferentes de você um comportamento igual ao seu, porquanto cada um de nós se caracteriza pelas vantagens ou prejuízos que acumulamos na própria alma.
*
Não tente descartar dos parentes difíceis com internações desnecessárias em casas de repouso, à custa de dinheiro, porque a desvinculação real virá nos processos da natureza, quando você houver alcançado a quitação dos próprios débitos ante a Vida Maior.
*
Nas provações e conflitos do lar terrestre, quase sempre, estamos pagando pelo sistema de prestações, certa dívidas contraídas por atacado.



Francisco Cândido Xavier. Sinal Verde. Pelo Espírito André Luiz. CEC

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sabedoria



Há, sim, muitos companheiros errados.
Ninguém nega.
Esse, que te protegia a confiança, desabou, à maneira de tronco pesado, sobre a plantação, ainda frágil, de tua fé.
O outro, que te parecia invulnerável no desassombro, acovardou-se e fugiu.
Conheceste os que pregavam generosidade, agarrando-se à avareza, e notaste os que falavam em virtude, a tombarem no vício.
Situavas a fonte do consolo em vários amigos, que acabaram no desespero e recolhias orientações de outros tantos, que se afundaram na corrente das sombras, quais barcos a matroca.
Em muitos casos, trocaste entusiasmo por desalento e admiração por repugnância.
Diante de semelhantes problemas, é natural te sintas entre a mágoa e a revolta.
No entanto, entra no santuário de ti mesmo procurando compreender a nossa obrigação de auxiliar e servir, e reflete nas exigências de evolução.
Coloca-te no lugar da criatura em dificuldade e enumera quantas vezes tens sido providencialmente auxiliado, para não caíres em tentação.
Medita nas horas em que os pensamentos infelizes te dominam a alma; nos momentos em que tropeças e cais; nas ocasiões em que te enganas e sofres; nos instantes em que lastimas as faltas que não desejarias cometer; e se te sentes longe da possibilidade de errar e integralmente livre de toda culpa, poderás, então, ouvir, de novo, a lição de Jesus e atirar a primeira pedra.

(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Não Há Lugar



Não há lugar em que nos vejamos sem algum benefício a prestar ou 
alguma coisa a fazer.

Seja qual seja a circunstância da estrada, aí encontramos a ocasião precisa realizar o melhor.

Por isso mesmo, o tempo é o prodigioso indicador, descerrando-nos situações inesperadas ao dom de compreender e de auxiliar.

Ainda mesmo nas trilhas mais obscuras da prova ou da aflição, somos defrontados por ensejos valiosos de renovação e progresso.

Contempla a vida, em torno...

Tudo é cor e beleza.

Deus te conduz aos Céus,

De esplendor a esplendor.

Comece o dia na luz da oração.

O amor de Deus nunca falha.

Na sustentação do progresso espiritual, precisamos tanto da caridade quanto o ar é necessário ao equilíbrio da vida orgânica.

A prática do Bem ser-nos-á garantida de paz e a paz em nós se nos fará fonte de permanente alegria.

(Emmanuel, de "Caminho Iluminado", de Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Nuvens



"E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, a ele ouvi." - (LUCAS, capítulo 9, versículo 35.)

O homem, quase sempre, tem a mente absorvida na contemplação das nuvens que lhe surgem no horizonte. São nuvens de contrariedades, de projetos frustrados, de esperanças desfeitas.

Por vezes, desespera-se envenenando as fontes da própria vida. 

Desejaria, invariavelmente, um céu azul a distância, um Sol brilhante no dia e luminosas estrelas que lhe embelezassem a noite.

No entanto, aparece a nuvem e a perplexidade o toma, de súbito.

Conta-nos o Evangelho a formosa história de uma nuvem.

Encontravam-se os discípulos deslumbrados com a visão de Jesus transfigurado, tendo junto de si Moisés e Elias, aureolados de intensa luz.

Eis, porém, que uma grande sombra comparece. Não mais distinguem o maravilhoso quadro.

Todavia, do manto de névoa espessa, clama a voz poderosa da revelação divina: "Este é o meu amado Filho, a ele ouvi!"

Manifestava-se a palavra do Céu, na sombra temporária.

A existência terrestre, efetivamente, impõe angústias inquietantes e aflições amargosas. É conveniente, contudo, que as criaturas guardem serenidade e confiança, nos momentos difíceis.

As penas e os dissabores da luta planetária contêm esclarecimentos profundos, lições ocultas, apelos grandiosos. A voz sábia e amorosa de Deus fala sempre através deles.




Francisco Cândido Xavier. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 32.  

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cura Espiritual



Comece orando. 
A prece é luz na sombra em que a doença se instala.

Semeie alegria.
A esperança é alegria no coração.

Fuja da impaciência.
Toda irritação é desastre magnético de conseqüências imprevisíveis.

Guarde confiança.
A dúvida deita raios de morte.

Não critique.
A censura é choque nos agentes da afinidade.

Conserve brandura.
A palavra agressiva prende o trabalho na estaca zero.

Não se escandalize.
O corpo de quem sofre é objeto sagrado.

Ajude espontaneamente para o bem.
Simpatia é cooperação.

Não cultive os desafetos.
Aversão é calamidade vibratória.

Interprete o doente qual se fosse você mesmo.
Toda cura espiritual lança raízes sobre a força do amor.


André Luiz - Francisco Cândido Xavier.
Do livro"O Espírito da Verdade".

domingo, 9 de setembro de 2012

Consumismo



Você já notou que, nos dias de hoje, os apelos são imensos para nos tornar cada vez mais consumistas?

Nas revistas e jornais, no rádio, na televisão e na internet, os convites às compras parecem estar em toda parte.

Nem mesmo nos elevadores e nas ruas estamos a salvo: outdoors, cartazes, painéis eletrônicos, folhetos e todo tipo de propaganda estão ao alcance de nossos olhos e mãos.

É o excesso de nossos dias. Vivemos uma vida quase artificial, em que, aos poucos, a simplicidade e os valores reais vão sendo substituídos por coisas artificiais e passageiras.

Em vez de nossas conversas com familiares e vizinhos, agora passamos horas em frente à televisão ou ao computador. Ficamos cegos para os que vivem ao nosso lado.

Deixamos de ouvir o mundo, para nos isolar em fones de ouvido. E acabamos por nos tornar um pouco surdos para a realidade.

E assim prossegue nossa vida, cada vez mais mecanizada, cada vez mais dirigida pelos produtos que compramos sem parar, estimulados pelos anúncios e propagandas.

E isso não ocorre apenas com os adultos. As crianças são bombardeadas pela publicidade, já que se descobriu que elas influenciam poderosamente os pais, não só para comprar brinquedos, mas também para adquirir carros, eletrodomésticos e produtos alimentícios.

Interessante lembrar que a publicidade nos faz acreditar que precisamos ter as coisas. Ela se infiltra em nós, comandando a vontade.

Vale-se de conceitos importantes para o ser humano: aceitação, alegria, bem-estar.

Por outro lado, a força da propaganda também nos atinge ao informar que, se não temos determinadas coisas ou serviços, somos infelizes ou excluídos de grupos sociais.

Mas o problema não está nos publicitários ou nos anunciantes. Eles fazem o trabalho deles. O problema está em nós, que acreditamos e aceitamos, como verdades, os comerciais.

É um caso de sintonia. Aceitamos passivamente a mensagem da publicidade e vamos além: nós nos identificamos com ela.

Passamos a acreditar que seremos felizes somente se tivermos objetos caros ou de marcas famosas.

Aos poucos, nos tornamos escravos da necessidade de comprar. Cosméticos, alimentos, aparelhos eletrônicos – tudo passa a ser objeto de desejo.

É quando nos entregamos sem reservas à mensagem da publicidade.

Para libertar-se dessa escravidão, temos a força de vontade, a capacidade de resistir e o livre-arbítrio.

Por isso, Mestres Espirituais de todas as épocas, povos e religiões advertiram o homem para que combatesse os desejos desenfreados.

Na Índia, Krishna e Buda alertaram sobre os desejos que comandam as ações humanas e recomendaram eliminá-los, a fim de alcançar a libertação.

E Jesus de Nazaré advertiu que, onde estiver o nosso tesouro, aí estará o nosso coração.

Se pusermos nosso foco em coisas, pessoas ou situações que desejamos, é a isso que estaremos vinculados, mesmo após a morte do corpo.

Ao contrário, se nossa atenção estiver voltada para Deus, para a vivência da ética e dos valores do Espírito, certamente superaremos os desejos que aprisionam e caminharemos em direção à pureza e à alegria permanentes.

Pense nisso!

Redação do Momento Espírita.